Instituto WRI entende que o país já possui ferramentas para monitorar desmatamento e rastreabilidade, mas com critérios diferentes
Por Danton Boatini Júnior, GLOBO RURAL.
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Um estudo inédito do instituto WRI Brasil propôs um protocolo unificado para as cadeias de soja e carne bovina brasileiras, visando facilitar o comércio com a China e atender às exigências internacionais sem criar novas regras. O grupo responsável entende que o Brasil já possui ferramentas suficientes para monitorar desmatamento e rastreabilidade, mas ressalta que elas são pulverizadas e utilizam critérios diferentes. A ideia é integrar essas iniciativas em um único referencial.
O estudo analisou 21 iniciativas, entre protocolos, certificações, acordos voluntários, plataformas públicas e sistemas de rastreabilidade. O diagnóstico é de que há diferenças em critérios de avaliação, datas de corte para desmatamento, controle de fornecedores indiretos e mecanismos de auditoria e verificação. Essa discrepância dificulta a compreensão pelos compradores internacionais e reduz a credibilidade dos sistemas, segundo os organizadores.