Mercado do boi gordo tem poucos negócios e cotações pressionadas

Alguns frigoríficos deixaram de abater aos sábados e ajustavam as programações para evitar estoques e manter as escalas

Por Marcelo Beledeli, GLOBO RURAL.

Pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam sustentar a pressão baixista
Pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam sustentar a pressão baixista — Foto: Thiago de Jesus

O mercado pecuário teve mais um dia de baixo volume de negócios fechados nesta quarta-feira (8/7). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam sustentar a pressão baixista.

Das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 26 não tiveram alterações no preço do boi gordo na comparação diária. Houve quedas no oeste da Bahia, sudeste de Mato Grosso, Alagoas, Marabá (PA), Paragominas (PA) e norte e sul de Tocantins.

Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), a cotação do boi gordo seguiu em R$ 330 a arroba para o pagamento a prazo. Já o preço da vaca caiu R$ 5, para R$ 307 a arroba. O “boi China” e a novilha não tiveram alterações.

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