Segundo analista, há pouco grão disponível no mercado em um cenário de demanda firme
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/M/A/mbkkqJQWSQsYBW7G4Eag/47537667261-417c186a58-k.jpg)
Nesta terça-feira (25/8), o indicador Cepea/Esalq do preço da soja porto de Paranaguá (PR) registrou queda de 0,10%, com a saca cotada a R$ 153,70.
Apesar do recuo, os valores da oleaginosa no indicador do Cepea ainda está nos maiores patamares em dois anos e meio.
Segundo Francisco Queiroz, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, com 80% da safra 2025/26 já negociada no Brasil, há pouco grão disponível no mercado em um cenário de demanda firme. Essa conjuntura deve manter os valores da soja firmes no Brasil, segundo ele. O analista também diz que será preciso acompanhar o comportamento dos preços na bolsa de Chicago. Na sessão de ontem, os contratos da oleaginosa para novembro subiram 1,10%, a US$ 12,3775 o bushel.