De acordo com analista, persiste no mercado a demanda aquecida por soja brasileira
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/J/Q/tVJ93DQPaBkTPn9CQ1pQ/2022-05-03-2022-05-03t141526z-1-lynxnpei420jz-rtroptp-4-paraguay-soybeans.jpg)
Após alcançar o maior valor do ano, o preço da soja cedeu no porto de Paranaguá (PR). Nesta quarta-feira (2/8), o indicador Cepea/Esalq registrou baixa de 0,09, com a saca negociada a R$ 160,99. Mesmo com a leve queda, o indicador ainda segue no maior patamar desde março de 2023, segundo o Cepea.
De acordo com Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, persiste no mercado a demanda aquecida por soja brasileira.
“Temos uma exportação acumulada de 101 milhões de toneladas, um volume relevante que causa escassez de soja disponível, pressiona os estoques e eleva os valores dos prêmios”, disse Silveira.