Preço do boi gordo segue firme, mas há sinais de queda a partir de maio

Frigoríficos estão temerosos em relação à progressão da cota chinesa, que sinaliza para esgotamento entre os meses de maio e junho

Por Marcelo Beledeli, GLOBO RURAL.

Em São Paulo, compradores buscaram gado em outros Estados em busca de melhores condições
Em São Paulo, compradores buscaram gado em outros Estados em busca de melhores condições — Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado pecuário esteve firme nesta terça-feira (14/4). Das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 18 registaram altas nos preços do boi gordo, enquanto 15 apresentaram estabilidade na comparação com o dia anterior.

Segundo a Scot, o movimento estava sustentado pelo bom desempenho da exportação e melhora do consumo interno em relação à semana anterior, além da postura firme da ponta vendedora. Em São Paulo, frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos agressivos, e havia compradores buscando gado em outros Estados em busca de melhores condições.

Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, a cotação do boi gordo seguiu em R$ 365 a arroba para o pagamento a prazo. Nas ofertas de compra para o “boi China” e para a vaca, a alta foi de R$ 3 por arroba, para R$ 370 e R$ 335, respectivamente.

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