Frigoríficos estão temerosos em relação à progressão da cota chinesa, que sinaliza para esgotamento entre os meses de maio e junho
Por Marcelo Beledeli, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/n/k/uaLWpAQ0mB1iDAiHtQgQ/gado-corte-porto-amazonas20120610-0011.jpg)
O mercado pecuário esteve firme nesta terça-feira (14/4). Das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 18 registaram altas nos preços do boi gordo, enquanto 15 apresentaram estabilidade na comparação com o dia anterior.
Segundo a Scot, o movimento estava sustentado pelo bom desempenho da exportação e melhora do consumo interno em relação à semana anterior, além da postura firme da ponta vendedora. Em São Paulo, frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos agressivos, e havia compradores buscando gado em outros Estados em busca de melhores condições.
Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, a cotação do boi gordo seguiu em R$ 365 a arroba para o pagamento a prazo. Nas ofertas de compra para o “boi China” e para a vaca, a alta foi de R$ 3 por arroba, para R$ 370 e R$ 335, respectivamente.