Em agosto, os preços futuros de açúcar e cacau subiram na bolsa; no mercado de Chicago, milho avançou após projeções de quebra na safra dos EUA
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
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Parece filme repetido, mas não é. Por mais um mês, o El Niño voltou a ser a principal preocupação dos fundos que operam commodities agrícolas na bolsa de Nova York. Em agosto, o açúcar foi o destaque de alta na bolsa diante do receio de uma produção menor em países fornecedores em decorrência do fenômeno. Na bolsa de Chicago, os cortes nas estimativas para a safra de milho dos Estados Unidos puxaram a alta do grão.
Os contratos de segunda posição do açúcar em Nova York encerraram agosto com alta mensal de 13,2%, para um valor médio de 17,80 centavos de dólar a libra-peso, segundo o Valor Data. “Os fundos estão se antecipando aos impactos que o El Niño pode trazer para a safra global de açúcar em 2026/27, que começa em outubro”, disse Marcelo Filho, analista da StoneX.