Cotações apresentaram patamares mais elevados tanto no Brasil quanto no exterior
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/l/S/qOekJqQr2bgV9xAdelXA/81720040m.jpg)
A demanda por soja aumentou no Brasil e beneficiou a alta das cotações no mercado interno em agosto, que subiram 10% no mês. Já nesta segunda-feira (31/8), o indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) fechou o dia em queda de 0,20%, com a saca negociada a R$ 159,44.
Sobre o comportamento dos preços em agosto, o Cepea lembrou que a firme demanda global, as condições climáticas irregulares no Hemisfério Norte e as incertezas quanto aos possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño sobre a safra 2026/27 seguiram impulsionando os valores, tanto no Brasil quanto no exterior.
No Brasil, segundo o Cepea, o movimento de alta foi reforçado pela retração de uma parte dos vendedores, que, atentos a esses fatores, mostraram preferência por postergar novas negociações. No entanto, para comercializar no mercado spot, muitos desses agentes têm aceitado um prazo de pagamento mais alongado, mas a preços maiores.