Boi gordo sobe na maior parte do Brasil; frigoríficos lutam para montar escalas de abate

Indústria tenta reajustar os valores da carne para manter as margens operacionais da atividade

Por Marcelo Beledeli, GLOBO RURAL.

Escalas de abate ainda atendem entre quatro e sete dias úteis na média nacional
Escalas de abate ainda atendem entre quatro e sete dias úteis na média nacional — Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado pecuário voltou a se deparar com altas nas cotações em grande parte do país nesta quinta-feira (23/7). Das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 24 registraram altas no preço do boi gordo na comparação diária. Apenas nove praças tiveram estabilidade nos valores.

Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo e do “boi China” subiu R$ 4, para R$ 342 a arroba. Já as cotações da vaca e da novilha aumentaram R$ 3, para R$ 315 e R$ 328 a arroba, respectivamente.

Segundo a Safras, os frigoríficos ainda encontram dificuldade na composição de suas escalas de abate, que ainda atendem entre quatro e sete dias úteis na média nacional. Durante a semana houve mais notícias de férias coletivas em unidades de diferentes Estados.

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