Insuficiência de estruturas de armazenagem impacta a comercialização da safra no Estado
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/i/s/8noviVQiArAwgLHBnWAw/237880040o.jpg)
Um estudo desenvolvido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul (Aprosoja-MS) aponta que há espaço no Estado para ampliar o esmagamento de soja local.
Em 2025, aproximadamente 43% da soja em grãos produzida no Estado foi destinada ao mercado externo. Dos 14,06 milhões de toneladas colhidas, cerca de 6,1 milhões foram exportadas sem processamento, evidenciando uma margem relevante para a industrialização local da matéria-prima.
O estudo também destaca um dos principais gargalos da cadeia produtiva sul mato-grossense: a armazenagem. Atualmente, o Estado possui capacidade estática de estocagem de 15,59 milhões de toneladas, enquanto a produção conjunta de soja e milho supera esse volume em aproximadamente 12,4 milhões de toneladas.