Fonte: Notícias Agrícolas

“Os preços continuam sustentados pelas expectativas de uma colheita menor do que o esperado nos Estados Unidos, embora o volume ainda deva alcançar um recorde”, explicam os analistas da Agrinvest.
O vencimento dezembro/25 foi cotado a US$ 4,34 com valorização de 2 pontos, o março/26 valeu US$ 4,46 com alta de 0,75 ponto, o maio/26 foi negociado por US$ 4,55 com estabilidade e o julho/26 teve valor de US$ 4,61 com baixa de 0,50 ponto.
Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última terça-feira (28), de 0,46% para o dezembro/25 e de 0,17% para o março/26, além de estabilidade para o maio/26 e queda de 0,11% para o julho/26.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho operaram em campo misto, mas finalizaram as atividades do dia somando avanços que vieram após os últimos recuos registrados.
De acordo com a análise da Agrinvest, o mercado observou sinais de melhora na demanda interna por milho, o que trouxe sustentação para as cotações no pregão de hoje.
“No spot, surgiram ofertas pontuais acima dos preços praticados nos últimos dias, resultando em preços mais firmes no interior. A alta da soja também impulsionou essa ligeira valorização do milho”, pontuam os analistas da consultoria.
O vencimento novembro/25 foi cotado a R$ 68,47 com valorização de 1,38%, o janeiro/26 valeu R$ 71,64 com alta de 0,87%, o março/26 foi negociado por R$ 73,22 com elevação de 0,40% e o maio/26 teve valor de R$ 72,48 com ganho de 0,47%.
No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho subiu neste meio de semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorização somente em Tangará da Serra/MT, enquanto as valorizações apareceram em Ubiratã/PR, Campo Novo do Parecis/MT, Sorriso/MT, Eldorado/MS, Itapetininga/SP, Campinas/SP e Porto de Santos/SP.