Apesar da reação vista nos últimos dias, a atenção dos agentes segue concentrada no avanço da semeadura da safra 2026/27
Por Paulo Santos, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/p/h/N8wu0BSBAHBCiIM5SaKA/soja-pulverizacao-fazenda-recanto20120611-0008.jpg)
O preço da soja registrou a terceira alta consecutiva no porto de Paranaguá (PR), mas com indicação de que essa tendência começa a perder força. Nesta quarta-feira (28/10), indicador Cepea/Esalq registrou ligeiro avanço, de 0,01%, para R$ 157,42 a saca.
Segundo análise da Safras & Mercado, apesar da reação vista nos últimos dias, a atenção dos agentes segue concentrada no avanço da semeadura da safra 2026/27. De acordo com o analista da consultoria, Rafael Silveira, o câmbio continua exercendo forte influência sobre as cotações, enquanto a menor distância entre os valores pedidos pelos vendedores e oferecidos pelos compradores favoreceu algumas negociações.
“O spread entre comprador e vendedor diminuiu, mas os negócios ainda são muito pontuais, sem grandes volumes”, disse, em comunicado.
Nas demais praças do Brasil monitoradas pela AgRural, o dia foi de preços mistos para a soja. A consultoria apontou a saca cotada a R$ 152 em Ponta Grossa (PR), elevação de R$ 1 em relação ao dia anterior. Em Primavera do Leste (MT), o preço ficou estável, em R$ 138 a saca. Em Luís Eduardo Magalhães (BA), também não houve variação, com a soja negociada a R$ 142.