Expectativa é de que, em fevereiro, o consumo doméstico melhore e contribua para “destravar” o mercado
Por Paulo Santos — Porto Alegre, GLOBO RURAL.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/4/F/yYcl8QQfaAl56tLVB0dQ/gado-3.jpg)
As negociações no mercado pecuário seguiram, nesta terça-feira (27/1), em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado, informa a Scot Consultoria. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
A ponta compradora também atuou com firmeza, não estendeu as escalas, mas também não permitiu que elas encurtassem, e o arrefecimento do consumo interno favoreceu essa postura. Em contrapartida, os frigoríficos exportadores estiveram mais ativos e, pontualmente, pagaram acima das referências, contribuindo para a sustentação do mercado.
No Estado de São Paulo, as cotações não mudaram na comparação diária, com o preço do boi gordo seguindo em R$ 319 a arroba para o pagamento a prazo. Os valores das demais categorias (“boi China”, vaca e novilha) também não tiveram alterações.